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Assassinatos do prefeito Wilson Loewen e de Leo Glynn

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Os assassinatos do prefeito Wilson Loewen e do diretor de Oz, Leo Glynn foram dois crimes acontecidos em Oz, parte de uma conspiração arquitetada pelo governador James Devlin. Um dos assassinos, o prisioneiro Willy Brandt também foi morto.

CronologiaEditar

PrecedentesEditar

  • O prefeito Wilson Loewen é acusado de, enquanto xerife de uma cidadezinha em 1963, ter ajudado o Klu Klux Klan a matar duas adolescentes negras.
  • O governador James Devlin dá uma declaração à imprensa, dizendo que, se Loewen fosse condenado, lhe concederia perdão.
  • Graças à declaração de Devlin, violentos protestos raciais ocorrem na cidade.
  • Durante um banquete, Loewen se engasga, sendo salvo por Beecher.
  • Em uma sala separada do hospital, Loewen pressiona e chantageia Devlin para conceder-lhe o perdão. Caso ele não fizesse, Loewen iria denunciar corrupção e esquemas de compra de votos do governo de Devlin.

Morte de Wilson LoewenEditar

  • Preocupado, Devlin encarrega seu assistente Perry Loftus de eliminar Loewen.
  • Loftus contata seu ex-colega de faculdade e atual guarda de Oz, Adrian Johnson.
  • Johnson é pago por Loftus e contrata o prisioneiro no hospital Willy Brandt para executar Loewen, lhe pagando $5,000.
  • Brandt contrata outro prisioneiro do hospital, Lionel Kelsch, lhe pagando $1,000.
  • Durante a noite, Kelsch urra, fingindo dor e distraindo o guarda Schwartzmyre, de plantão.
  • Aproveitando a distração, Brandt entrou na sala separada e cortou o pescoço de Loewen, o matando.

InvestigaçãoEditar

  • O diretor Leo Glynn e a detetive Guinevere McGorry passaram a investigar o crime, interrogando Kelsch, que se recusou a delatar qualquer um.
  • Mentindo que existiam duas testemunhas e que Kelsch o entregara, Brandt confessou o crime, mencionando a participação de Johnson. Brandt é transferido para a Unidade J como proteção.
  • Glynn pressiona Johnson, que contata Loftus.
  • Por um rodízio na corporação, McGorry é afastada do caso e substituída por Tarnowski.
  • Tarnowski, ávido para arquivar o caso, tem Johnson como inocente e Brandt como mentiroso.

Morte de Leo GlynnEditar

Cães do Lixo.png

Glynn após ser esfaqueado

  • Glynn pesquisa na internet e descobre que Johnson e Loftus se formaram na mesma universidade, Middlesex Academy for Boys.
  • Glynn pressiona Loftus, dizendo que Johnson pode manchar seu nome.
  • Loftus contata Johnson e ordena as mortes de Brandt e Glynn.
  • Johnson contrata Kelsch novamente. Ele mata Brandt na Unidade J.
  • Yood se recusa a dizer quem matou Brandt.
  • Johnson, mais uma vez, fala com Kelsch, o contratando para matar Glynn.
  • Kelsch mata Glynn em seu escritório.

Retomada da investigação e conclusãoEditar

  • Henry Stanton delata aos dois que Kelsch espalhara a notícia de que matara Brandt, Loewen e Glynn.
  • McManus ameaça colocar Kelsch na solitária, com privações.
  • Kelsch confessa os crimes e implica Johnson.
  • Johnson é preso e implica Loftus no crime.
  • McManus pressiona Loftus e Devlin.
  • Não se sabe se Devlin e Loftus foram formalmente acusados do crime.

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