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Leo Glynn
Leo Glynn
Temporada(s)
1 | 2 | 3 | 4.1 | 4.2 | 5 | 6
Primeira aparição
Última aparição
Apareceu em
Também conhecido como
Leo
Status
Morto
Condenação
-
Morte
Esfaqueado por Lionel Kelsch a mando de Perry Loftus e Adrian Johnson
Aliança
Família
Mark Glynn (irmão), Mary Glynn (ex-esposa), Ardeth Glynn (esposa)
Interpretado por


Leo Glynn é um personagem de Oz interpretado por Ernie Hudson.

BiografiaEditar

Leo Glynn começou a trabalhar na Penitenciária de Segurança Máxima Oswald em 1969 como guarda, com seu amigo Samuel Hughes. Em 1982, ao tentar separar uma briga de presos no refeitório, Glynn acabou sendo dominado pelos prisioneiros. Ao tentar separar o confronto, Hughes acabou esfaqueado e morto.
Glynn Guarda

Glynn como guarda em 1982.

Primeira temporadaEditar

Por exigência do senador Ken Shriner, Glynn concedeu a Tim McManus o controle do pavilhão Emerald City, com regras diferentes do resto de Oz. Ele aceitou McManus levar três prisioneiros para a divisão: Tobias Beecher, Miguel Alvarez e Donald Groves, o último, relutante, já que Groves, um psicopata violento, havia matado seus pais e comido seu pai. Ele concordou que McManus levasse Groves com a condição de que ele também levasse Paul Markstrom para a unidade. McManus aceitou, sem saber que Markstrom era um detetive disfarçado e não primo de Glynn, como ele mentiu.

Com o aumento da tensão racial culminando no assassinato de Dino Ortolani com suspeitas de participação da gangue dos negros, Glynn negou a McManus que o líder Jefferson Keane pudesse de se casar com sua namorada, mas acatou quando o mesmo pedido veio de Kareem Said, líder muçulmano e militante negro que chegou à City ameaçando McManus e Glynn de incitar uma rebelião.

Mais mortes seguem na guerra entre os negros e os italianos. Glynn e McManus, então, convocam Said, Keane e o líder siciliano Nino Schibetta para acabar com a violência, ameaçando um encarceiramento total. Ele cumpre sua promessa de encarceiramento quando Keane mata Julio Martinez ao defender-se de um ataque orquestrado por Ryan O'Reily e pelo guarda Mike Healy. O governador James Devlin exige o fim do encarceiramento e a execução de Keane.

A execução de Keane significa a reinstalação da pena de morte no Estado. Glynn, então, entra em conflito com a psicóloga da prisão, Irmã Peter Marie Reimondo, que se demite após Glynn ameaçá-la de demissão após ela se juntar aos manifestantes anti-pena de morte. Logo ela retorna ao quadro de funcionários.

Tensão entre Glynn e McManus aumenta após Markstrom ser morto e McManus só então descobrir que ele era um detetive. Percebendo a dedicação integral de McManus por City, Glynn lhe aconselha sobre os males de viver o trabalho.

Glynn e McManus são alertados por Huseni Mershah de que Said e os muçulmanos planejam uma rebelião e estão armados. Após uma revista, nada é encontrado. Isolado, Mershah se suicida e Said decide entrar em contato com o jornalista Rick Donn para delatar as condições dos presos de Oz. Como punição, Glynn proíbe o uso de tapetes de oração e acessórios religiosos muçulmanos. Vendo Glynn como um criminoso, Groves tenta esfaqueá-lo no hospital. O diretor é defendido pelo guarda Lawrence Smith, que acaba morto. Pelo crime, Groves é condenado à morte e executado.

Quando Said inicia uma rebelião, Glynn tenta se comunicar com os presos por um megafone, mas é completamente ignorado. O governador Devlin ordena que a SORT invada City. Como resultado, seis presos e dois guardas morrem.

Segunda temporadaEditar

Após a rebelião, Glynn transfere os líderes Said, Adebisi, Miguel Alvarez e O'Reily para a solitária. Ele também passou a colaborar com a investigação de Alvah Case sobre a rebelião, chegando à conclusão de que o prisioneiro Scott Ross havia sido morto pela arma do guarda Rick Heim. No fim, Case decide que não houve culpados pela rebelião.

Com a reabertura de Emerald City, o filho do falecido Nino Schibetta, Peter Schibetta, exige de Glynn que a cozinha seja retirada de Adebisi e volte aos italianos. Schibetta chantageia Glynn sobre seu irmão, Mark, que cometeu um assassinato para a máfia. O diretor, então, acata a exigência de Schibetta.

Ao saber que sua filha Ardeth havia sido estuprada por uma gangue de latinos, Glynn desconta sua raiva em Miguel Alvarez, fazendo-lhe esperar de pé em seu escritório por horas e perder a visita de sua família e limpar seu banheiro. Quando Alvarez flerta com a secretária Sarah, Glynn o ataca fisicamente. Alvarez consegue descobrir quem estuprou a filha de Glynn.

O diretor se torna mais agressivo, negando que William Giles deixe a solitária para fazer sessões de terapia e, mais tarde, novamente negando que ele deixe a solitária após a Irmã Peter Marie descobrir que Giles matou o assassino de seu marido. Ele também nega a Said e Augustus Hill a possibilidade de usar o telefone para encontrar presos condenados injustamente pelo juiz Richard Kibler e ajudar no apelo de Hill. Quando Richie Hanlon mata um ariano em legítima defesa, ele decide delatar Vernon Schillinger sobre a morte de Alexander Vogel para Glynn e McManus.

Novamente chantageado por Schibetta, Glynn convence seu irmão a se entregar à polícia e, depois que Schibetta é envenenado por Adebisi e Alvarez e estuprado por Adebisi, retira novamente a cozinha dos italianos. O novo líder italiano Antonio Nappa promete a Glynn que não se vingará do estupro de Schibetta, mas usa suas conexões com Lenny Burruano para convencer Glynn a realizar um teste de drogas surpresa, pegando Adebisi.

No fim do ano, Glynn transmite aos muçulmanos que o governador Devlin dará perdão a um deles. Said seria o escolhido, mas, na cerimônia, nega a oferta de Devlin.

Terceira temporadaEditar

Logo no início do ano, Glynn tem que arcar com as reclamações de funcionários após Devlin terceirizar o atendimento hospitalar de Oz para cortar custos. Ele também aceita contratar o filho de Samuel Hughes, Clayton, como guarda de Oz, o colocando na portaria para evitar perigo. Logo, no entanto, sob reclamações de Hughes, Glynn o transferiu para Emerald City. O diretor, então, ouviu de McManus que Clayton não era um bom guarda. Logo, ao usar uma arma de choque contra Chico Guerra, Hughes foi transferido para a biblioteca.

Com os muçulmanos em greve de fome por McManus negar a Said o direito de jejuar e comer em sua cela, Glynn acata as exigências do líder muçulmano. O relacionamento entre McManus e a guarda Claire Howell acaba, o que leva à fúria de Howell, que ataca o prisioneiro Louis Bevilaqua na solitária. McManus, então, aconselha Glynn a demiti-la. Ao processar McManus por assédio sexual, Howell é recontratada.

Com a chegada do filho de Schillinger, Andrew, a Oz, Glynn se recusa a acatar o pedido dele de deixá-lo na Unidade B para que ele não fosse atacado pelos desafetos Tobias Beecher, Chris Keller e Ryan O'Reily.

Ao falar com William Giles, Ray Mukada ouve que Glynn matou o pai de Clayton, Samuel. Para por fim às suspeitas, Glynn conta a Clayton sobre a morte de Samuel.

Ao se defender de um ataque de Guerra e Carlo Ricardo, Miguel Alvarez acaba matando Ricardo e, antes de ser mandado para a solitária, diz que Ricardo foi o estuprador da filha de Glynn. Com a tensão pelas brigas entre Howell e Diane Wittlesey, McManus acusa Glynn de defender os negros em detrimento dos brancos, como Hughes, Said e Kenny Wangler, que também acusara McManus de assédio.

A tensão racial continua a aumentar, com o guarda Sean Murphy confiscando uma revista pornográfica de Augustus Hill. Simon Adebisi faz com que Hill seja pego com uma outra revista e colocado na solitária. Com os negros e os brancos às vésperas de uma guerra, Glynn ordena um encarceramento e alerta para uma nova rebelião. Glynn finalmente demite Clayton após ele lhe pressionar, dizendo-lhe traidor dos negros. Antes de deixar Oz, Hughes dá um revólver a Adebisi.

ApariçõesEditar

Primeira temporadaEditar

Segunda temporadaEditar

Terceira temporadaEditar

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